sábado, 26 de setembro de 2015

CRÍTICA: Vampiras, (Vamps, 2012).



Goody (Alicia Silverstone) e Stacy (Krysten Ritter) são duas jovens e modernas vampiras que vivem muito bem Nova York. Mas eis que o amor entra em suas vidas e ambas têm de tomar importantes decisões.
Filme estrelado por uma das atrizes que admiro, Alicia Silverstone, que aqui repete a parceria com a diretora Amy Heckerling desde As Patricinhas de Beverly Hills (1995). O longa pode não agradar a todos, mas no meu caso agradou sim, mostrou de uma forma bem humorada do cotidiano de vampiros, sempre vista de forma obscura, com pitadas de drama e romance, que são características presentes nos filmes da diretora. Temos a participação de Sigourney Weaver repetindo mais um papel de vilã, dessa vez com bom humor. O filme no geral é pra toda família, divertido e sem maiores pretensões. Recomendo!

Nota: 6,9
Gênero: Comédia/Romance
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Texto: Rafael Guimarães

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

CRÍTICA: As Bem-Armadas, (The Heat, 2013).



Ashburn (Sandra Bullock) é uma agente especial do FBI extremamente competente, apesar de ser mal vista pelos colegas de trabalho por ser arrogante e antipática. De olho em uma promoção no trabalho, ela pede ao seu chefe (Demian Bichir) que a encarregue da investigação de um poderoso traficante de drogas em Boston, cuja identidade é desconhecida. Entretanto, logo ao chegar Ashburn decide interrogar um pequeno traficante preso por Mullins (Melissa McCarthy), uma desbocada policial local que não aceita ordens de ninguém. Não demora muito para que as duas batam de frente, mas elas precisam encontrar um meio de trabalhar juntas.
Os filmes de comédias estrelados por Sandra Bullock são sempre bem leves, mas ao se juntar com o estilo do diretor Paul Feig (Missão Madrinha de Casamento, 2011), fez o longa se tornar mais picante, e para fortalecer isso ele encaixa a ótima Melissa McCarthy, que em vários momentos do longa nos faz rir de graça, o roteiro não possui aquele estilo de comédia pastelão ou apelativo, o momento de rir está presente nas cenas certas e nos diálogos certos, a diferença que existe entre as duas personagens é que faz o desenrolar do filme se tornar agradável.
O filme tem quase duas horas de duração, e não sentimos o menor cansaço, eu adorei e acho que um bom apreciador do gênero comédia irá concordar com minha opinião. Lembrando que ao iniciar os créditos esperem um pouco, pois terão um momento a mais de diversão. Recomendadíssimo!

Nota: 8,0
Gênero: Comédia
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Texto: Rafael Guimarães

CRÍTICA: Os Escolhidos, (Dark Skies, 2013).



A família Barret leva uma vida pacata e tranquila no subúrbio, mas isso começa a mudar quando uma série de estranhos e misteriosos eventos passa a fazer parte de sua rotina. A família acaba descobrindo que existe uma terrível e mortal força atrás dela e precisará lutar por sua sobrevivência.
Filme de ficção científica com suspense que em seu decorrer gera muita tensão, em vários momentos enormes sustos, um trilha sonora boa, um enredo bacana que em seu final não nos deixa frustados. Atuações bem convincentes dos atores e a direção não deixou a desejar nas mãos de Scott Stewart (Padre, 2011). Ponto forte do longa está no desenrolar da trama, que vai soltando pontos de ligação até chegar no desfecho, um bom suspense, envolto a ficção científica que merece ser visto. Recomendo!

Nota: 7,3
Gênero: Ficção Científica/ Suspense
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Texto: Rafael Guimarães

CRÍTICA: Sem Dor, Sem Ganho, (Pain and Gain, 2013).



Daniel Lugo (Mark Wahlberg) adorava malhar e trabalhava como instrutor de fisiculturismo em uma pequena academia, na Flórida, mas ele sonhava grande e queria muito mais. Disposto a realizar este sonho, convence seu fiel seguidor Adrian Doorbal (Anthony Mackie), e o ex-presidiário Paul Doyle (Dwayne Johnson) a participarem de um golpe. A vítima será um dos alunos de Daniel na academia, Victor Kershaw (Tony Shalhoub), um cara cheio da grana. O plano até que deu mais ou menos certo, mas os caras queriam mais e um investigador aposentado chamado Ed Dubois (Ed Harris) começa uma perseguição para colocá-los atrás das grades.
Um filme bem diferenciado do que o diretor Michael Bay (Trilogia Transformers) costuma fazer, mais diálogos, mais história, menos ação, difícil imaginar mas é a verdade. A temática do filme é interessante até por que é baseada em fatos reais, os personagens apresentam características fortes, que no decorrer da trama conseguimos diferencia-los, mas em determinados momentos os personagens acabam por se tornar bobos, como o personagem de Dwayne Johnson, que é patético em algumas cenas do longa, e a história acaba por se tornar cansativa, pois em minha opinião, acho que as 02 horas e 11 minutos de filme são desnecessários para mostrar a história dos três personagens centrais, após uma hora e meia de filme, você deseja que desfecho ocorra, pois já vai está tão enfadado de tanto diálogo, que em determinados trechos são desfavoráveis a trama.
O filme não é ruim, mas no final você sente que algo nele estava faltando, e talvez seja as cenas de ação emocionantes, presentes em filmes dirigidos por Michael Bay, que nesse optou por torna-las mais básicas. Recomendo para quem quer tirar a prova!

Nota: 5,1
Gênero: Ação/Drama
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Texto: Rafael Guimarães

CRÍTICA: Círculo de Fogo, (Pacific Rim, 2013).



Quando várias criaturas monstruosas, conhecidas como Kaiju, começam a emergir do mar, tem início uma batalha entre estes seres e os humanos. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Entretanto, mesmo os Jaegers se mostram insuficientes para derrotar os Kaiju. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma treinadora (Rinko Kikuchi).
Ao terminar de assistir esse longa eu pensei: "Como eu pude deixar de assistir esse filme no cinema?", Eu só podia estar louco ou doente. O filme simplesmente me deixou vidrado na tv durante seus 130 minutos de duração, roteiro coerente, interpretações satisfatórias, cenas de ação muito bem elaboradas e efeitos especiais impressionantes, momentos dramáticos na hora certa e interpretações realizadas da forma que o roteiro pedia, com emoção.
O diretor Guillermo del Toro traz mais uma obra para seu currículo, não só como ótimo diretor, mas também por não decepcionar em seus trabalhos, pois cada longa metragem realizado por ele, é mais uma satisfação que seus fãs (me incluo) tem, sem falar que o 3D está bem satisfatório, quem ainda não o assistiu, não sabe o que está perdendo. Recomendadíssimo!

Nota: 9,1
Gênero: Ação/Aventura
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Texto: Rafael Guimarães

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

CRÍTICA: Django Livre, (Django Unchained, 2012).



Django é um escravo negro liberto que, sob a tutela de um caçador de recompensas alemão, torna-se um mercenário e parte para encontrar e libertar a sua esposa das garras de Monsieur Calvin Candie, charmoso e inescrupuloso proprietário da Candyland, casa no Mississippi onde escravas são negociadas como objetos sexuais e escravos são colocados pra lutar entre si.
Sou um fã incondicional dos trabalhos de Quentin Tarantino (Cães de Aluguel, 1992), por sua ousadia com que dirige seus longas, o excesso de violência em cena, pela valorização das características que tinham os filmes antigos em expor nos seus longas, e até inovar, colocando uma trilha sonora atual para uma época que não faz referência alguma aos tempos de hoje. O filme possui 02 horas e 44 minutos de duração, mas você não se cansa nenhum segundo da história, quanto mais você assiste, mais você quer.
As atuações são grandiosas, Christoph Waltz, Leonardo DiCaprio, Kerry Washington e Samuel L. Jackson estão brilhantes, mas destaco Jamie Foxx, que me impressionou, pois não era muito fã dos seus trabalhos, e ele expressa a transformação do seu personagem com sutileza e desenvoltura, sem contar também a participação do diretor em uma das cenas mais divertidas do longa, e que esperava ansiosamente, mas nada se compara aos finais perfeitos nos longas de Tarantino, e o desse, não é diferente, coerente, realista, aceitável e um gosto de satisfação indescritível ao seu termino. Mais um trabalho memorável de Quentin Tarantino que não pode deixar de ser visto. Recomendadíssimo!

Nota: 9,2
Gênero: Ação/Aventura
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Texto: Rafael Guimarães

CRÍTICA: Jogos Vorazes (The Hunger Games, 2012).



Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual - e mortal - entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando , com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.
Juro que fiquei muito irado comigo por não ter assistido esse filme antes. A direção de Gary Ross é firme, séria, o roteiro é bem articulado, coerente, não li o livro ao qual o filme foi baseado, mas a história entre Katniss e Peeta é muito aconchegante, você torce por eles com todas as suas forças, brilhantes atuações de Josh Hutcherson e Jennifer Lawrence, trilha sonora bem diferente de James Newton Howard, sem deixar a qualidade do filme ficar diferenciada, pelo meu conhecimento em filmes, posso afirmar que Jogos Vorazes se tornou aquelas produções que se tornaram a nova sensação em seu lançamento. Recomendo com prazer!

Nota: 8,8
Gênero: Ação/Aventura
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Texto: Rafael Guimarães