quinta-feira, 1 de outubro de 2015

CRÍTICA: O Último Desafio, (The Last Stand, 2013).


Após cair em desgraça em Los Angeles devido a uma operação fracassada, Ray Owens (Arnold Schwarzenegger) parte para o interior e assume a posição de xerife em uma pequena cidade na fronteira dos Estados Unidos com o México. O que ele não esperava era que um poderoso chefão das drogas, que escapou recentemente da prisão, quisesse cruzar a fronteira exatamente na cidade onde trabalha. Para enfrentá-lo Ray precisa reunir todo o pessoal que tem à disposição.
Pensei comigo antes de ver o filme, será que vou me irritar profundamente ou terei satisfação? Satisfação! O filme é bem legal, roteiro básico, mas coerente e bem construído, a direção Kim Jee-woon é muito boa, principalmente nas cenas de ação, que são bem executadas, e um Arnold Schwarzenegger apesar da idade, bem disposto, e pronto para a luta. O filme peca é nas mentiras, como em um tiroteio em um matagal, um milhão de balas e nenhuma pega onde deveria pegar, mas isso não tira seu mérito, pois vários filmes do gênero possuem esse estilo. Fora isso, temos um bom atrativo de entretenimento, destaque para o final, onde vemos nosso veterano herói em uma luta mano a mano. Recomendo!

Nota: 7,0
Gênero: Ação/Aventura
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Texto: Rafael Guimarã

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

CRÍTICA: O Exterminador do Futuro: Gênesis, (Terminator Genisys, 2015).


Em 2029, a resistência humana contra as máquinas é comandada por John Connor (Jason Clarke). Ao saber que a Skynet enviou um exterminador ao passado com o objetivo de matar sua mãe, Sarah Connor (Emilia Clarke), antes de seu nascimento, John envia o sargento Kyle Reese (Jai Courtney) de volta ao ano de 1984, na intenção de garantir a segurança dela. Entretanto, ao chegar Reese é surpreendido pelo fato de que Sarah tem como protetor outro exterminador T-800 (Arnold Schwarzenegger), enviado para protegê-la quando ainda era criança.
Observei muitas críticas negativas quanto ao enredo, pois muitas pessoas ficaram confusas, tendo em vista o que já foi apresentado nos filmes anteriores, eu por outro lado, analisei que, para o longa poder reiniciar a franquia, não seria o ideal dar continuidade seguindo o mesmo enredo dos outros, a história precisaria ser reformulada, e foi isso que eu entendi no roteiro. Você passa por um contexto histórico de toda a cronologia da saga Exterminador do Futuro (lembrando que a Rebelião das Maquinas e o Salvação foram deixados de lado), são apenas mencionados em cenas os dois primeiros, para depois sermos lançados em um novo enredo.
O roteiro foi escrito por Laeta Kalogridis e Patrick Lussier, que eu sinceramente gostei, consegui entender o que eles queriam que entendêssemos claro, para alguns será um pouco complicado, pois, terão que ter assistido os outros. Arnold Schwarzenegger volta a interpretar o T-800, mas aqui sendo exposto com mais garra, e enfrentando os inimigos sem ser posto como inferior, ele se da mal nas lutas mas sempre tem algo para se desvencilhar do que já é destinado. Outro ponto a ser mencionado é a relação paterna existente ele o T-800 e Sara Connor, é bem desenvolvida durante a trama, e que é acaba se tornando o ponto sensível da trama, Emilia Clarke interpreta uma ótima Sarah Connor, destemida, carismática, não tenho questionamentos, outra coisa que merece destaque é a direção de Alan Taylor (Thor – O Mundo Sombrio, 2014), esplêndida, ele faz do filme um impecável trabalho do gênero de ação, cenas bem realizadas, e efeitos especiais de ultima geração. Apenas o que não me agradou foi a trilha sonora, achei que merecia mais para as cenas.

Nota: 8,4
Gênero: Ação/Aventura
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Onde Comprar: Em Breve
Texto: Rafael Guimarães


CRÍTICA: Maggie – A Transformação, (Maggie, 2015).


Uma adolescente (Abigail Breslin) é contaminada por um zumbi, mas sua transformação demora seis meses para se completar. Mesmo assim, seu pai (Arnold Schwarzenegger) decide continuar ao seu lado enquanto ela deve se acostumar à sua nova personalidade monstruosa.
Temos um enredo sobre zumbis com aspectos diferentes, passando pelo gênero terror, mas se sobressaindo para o drama. A direção de Henry Hobson é bem articulada, e acaba por satisfazer durante o longa, o roteiro é amarrado, coerente e bem apresentado. Os destaques são para Arnold Schwarzenegger que dificilmente fez um personagem como este e da conta do recado de forma grandiosa e Abigail Breslin, pai e filha na trama, dão show, a ligação que os dois expressam de um para o outro é tocante, o fato da personagem da Abigail saber seu desfecho é angustiante, e isso é passado ao público em seus momentos melancólicos na trama, sendo minimizado pela proteção de seu pai.
O filme apresenta um conteúdo antes deixado de lado por alguns amantes do cinema, mas aconselho a assisti-lo, pois o mesmo possui quesitos satisfatórios, um enredo tocante que percorre o gênero terror e o drama, uma direção bem conduzida, interpretações majestosas e uma mensagem de amor paterno visto em uma situação diferente, mas que acaba por nos presentear com a mesma intensidade.

Nota: 8,1
Gênero: Terror/Drama
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Onde Comprar: Em Breve
Texto: Rafael Guimarães

terça-feira, 29 de setembro de 2015

CRÍTICA: Natal Sangrento, (Silent Night, 2012).


Após testemunhar a morte de seus pais por um homem vestido de Papai Noel garoto é levado a um orfanato lá ele cresce e se torna um psicopata com grande ódio e rancor da lembrança daquele terrivel dia disposto a matar pessoas no dia do natal.
Refilmagem de um clássico do terror de 1984, que tras o terror estilo slasher de volta ao cinema. O longa possui carasteristicas vivíssimas de vários filmes do gênero, o roteiro é bom, mas possui furos em alguns pontos da história, por outro lado a direção é muito bem conduzida pelo então estreante Steven C. Miller, que utiliza estilos de planos para a realização das cenas, a trilha sonora serve de grande auxílio para o êxito delas, se tornando assim bem satisfatório em minha opinião. Estão juntos como personagens principais o grande Malcolm McDowell (Laranja Mecânica, 1971), realizando mais uma vez um ótimo desempenho como um xerife linha dura, e a bela Jamie King (Dia dos Namorados Macabro 3D, 2009), interpretando uma delegada que possui alguns traumas a serem resolvidos, tornando a personagem mais sensível.
Natal Sangrento é um de terror sério, sem piadas recorrentes como ocorre em alguns longas do mesmo estilo, com um roteiro básico, e algumas pontas soltas, mas que se sobressai pela direção, trilha sonora, tensão, e o gore que está presente em seu decorrer. Não gostei da versão de 1984, e acho a versão de 2012. Recomendo!

Nota: 6,9
Gênero: Terror
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Onde Comprar: Indisponível
Texto: Rafael Guimarães

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

CRÍTICA: Meu Namorado é Um Zumbi, (Warm Bodies, 2013).



Em um cenário pós-apocalíptico, o zumbi R (Nicholas Hoult) passa por uma crise existencial e criando laços de amizade com uma humana chamada Julie (Teresa Palmer), uma de suas vítimas por quem acaba se interessando amorosamente. O problema é que este relacionamento acaba causando uma reação em cadeia em outros mortos-vivos, mas o general Grigio (John Malkovich) não está interessado neste tipo de mudança e sim nototal extermínio da ameaça zumbi.
Se as pessoas já acharam ruim um vampiro se apaixonar por uma humana, imagina agora um zumbi se apaixonar também! Em alguns momentos o filme é até parado, mas depois de um tempo a história agrada, não olho pelo lado do exagero, pois se observamos bem, todos os filmes possuem algum exagero. Pelo suspense que achava que tinha deixou a desejar, pelo lado romântico fez bem o seu papel, pois expresse de forma delicada, a relação dos dois personagens centrais.
O roteiro é sério, consistente, a direção de Jonathan Levine (Tudo por Ela, 2006) é satisfatória, sem maiores diferenciais, as atuações de Nicholas Hoult e Teresa Palmer são bem convincentes, o casal possui química. Meu Namorado é um Zumbi é um filme que transparece o amor da forma mais diferente que se possa imaginar, com romantismo, ternura, e um pouquinho de perigo em alguns momentos. Recomendo!

Nota: 7,2
Gênero: Suspense/Romance
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Texto: Rafael Guimarães

CRÍTICA: Mama, (Mamá, 2013).



Quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, as crianças fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem explicarem como sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e tentam dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem que existe algo errado. As duas conversam frequentemente com uma entidade invisível, que chamam de "Mama". Lucas e Annabel não sabem se acreditam nas meninas, ou se devem culpá-las pelos estranhos acontecimentos na casa.
A produção fica por conta do ótimo diretor Guillermo Del Toro "Hellboy" (2004), trazendo como sempre uma boa pedida de entretenimento. A direção de Andrés Muschietti em seu primeiro trabalho é bem realizado, o roteiro é estruturado e fácil entendimento, a história em si já se torna bem intrigante, juntamente com um suspense pra lá de eufórico, além de bons efeitos visuais. O destaque fica por conta de Jessica Chastain, sua personagem vai se transformando aos poucos, até o seu desfecho, o mesmo pode ser dito das duas irmãs, as pequenas Megan Charpentier e Isabelle Nelisse, são bem convincentes em suas atuações.
Mama é um bom filme de suspense/terror, com pitadas de drama, e uma trilha sonora orquestrada por Fernando Velázquez, que transparece tensão do inicio ao fim, um final para muitos questionável, mas para mim satisfatório, tendo em vista as motivações e a proximidade existente entre o personagem Mama e as duas crianças. Recomendo, pois ele soube fazer o que deve ser feito em um filme de terror, trazer o telespectador pra dentro da historia.

Nota: 8,1
Gênero: Suspense/Terror
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Onde Comprar: Link
Texto: Rafael Guimarães


sábado, 26 de setembro de 2015

CRÍTICA: As Vantagens de Ser Invisível, (The Perks of Being a Wallflower, 2012).



Charlie (Logan Lerman) é um jovem que tem dificuldades para interagir em sua nova escola. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Sua professora de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si... até o dia em que dois amigos, Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), passam a andar com ele.
O que dizer desse filme? Eu ao seu termino me perguntei, cara que amizade bonita, algo muito difícil de ser ver hoje em dia, mas, que em poucos casos ainda existe, os personagens são bem tocantes, cada um com o sua história, sendo relatada passo a passo no enredo do longa, o roteiro é lindo, atores impecáveis em seus papeis, Emma Watson dando um show de interpretação, isso é previsível, e o Logan Lerman? Cara, eu seria amigo do Charlie sem pestanejar, Ezra Miller também na show com seu personagem.
A direção de Stephen Chbosky é bem sucedida, e merece o mérito de uma boa direção. O filme apresenta de forma sensível, verdadeira e tocante a amizade de três amigos que possuem um carinho verdadeiro um pelo outro, trazendo seus conflitos, medos e sentimentos para esse circulo. Recomendo!

Nota: 8,4
Gênero: Drama/Romance
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Onde Comprar: Link
Texto: Rafael Guimarães