sábado, 23 de janeiro de 2016

Como Sobreviver a um Ataque Zumbi, (Scouts Guide to the Zombie Apocalypse, 2015).


Ben (Tye Sheridan), Carter (Logan Miller) e Augie (Joey Morgan) são grandes amigos que se conheceram ainda crianças, no grupo de escoteiros. Entretanto, eles cresceram e agora Ben e Carter não vêem mais graça na atividade, especialmente pelo fato de serem motivo de piada de todos os demais jovens da cidade. Augie, por sua vez, continua empolgado com a ideia de ser um escoteiro. Um dia, quando o trio está acampando, Ben e Carter deixam o local para ir a uma badalada festa secreta. Só que, quando chegam à cidade, percebem que ela está tomada por zumbis, dispostos a matar qualquer um que surgir pela frente.
O longa em questão possui um humor negro bem convencional em seu enredo, cenas bem sangrentas para uma comédia, mas que em certos momentos diverte. O roteiro é básico, uma cidade invadida por zumbis, sedentos por carne humana, é bem no estilo de “Todo Mundo Quase Morto, 2004”, em uma versão mais teen. A direção de Christopher Landon, (Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal, 2014) é bem conduzida, e repleta de cenas slow motion, que em particular, gosto muito, pois deixam as cenas com um teor maior de emoção.
Sobre as atuações, possuo apenas um questionamento sobre a atriz Sarah Dumont, personagem (Denise) no filme, nos momentos em que ela corria em cena, era tão falso que você faz até uma careta de confusão, por não entender os motivos daquilo acontecer. Destaco a trilha sonora, perfeitamente desenvolvida por Jonny Greenwood, sempre presente nos momentos certos, e da forma que a cena merece. Como Sobreviver a um Ataque Zumbi, é um filme de comédia teen, repleto de cenas e diálogos picantes, que ao me ver, se torna um pouco batido, mas consegue divertir.


Nota: 7,0
Gênero: Comédia/Terror
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Onde Comprar: Link
Texto: Rafael Guimarães

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

CRÍTICA: A Colina Escarlate, (Crimson Peak, 2015).


Apaixonada pelo misterioso Sir Thomas Sharpe (Tom Hiddleston), a escritora Edith Cushing (Mia Wasikowska) muda-se para sua sombria mansão no alto de uma colina. Habitada também por sua fria cunhada Lucille Sharpe (Jessica Chastain), a casa tem uma história macabra e a forte presença de seres de outro mundo não demora a abalar a sanidade de Edith.
Um longa no qual esperei mais do que ofereceu, principalmente por serdirigido pelo ótimo Guillermo del Toro. Os pontos positivos do filme, estão na direção, excepcionalmente realizado por Guillermo del Toro, (Círculo de Fogo, 2013), na trilha sonora de Fernando Velázquez, (Mama, 2013), que deslumbra nas cenas, no figurino, representando bem a época, e nas interpretações, que não são surpreendentes, mas que desenvolvem bem seus papeis, destaco Mia Wasikowska e Jessica Chastain, lindas e competentes como sempre, a segunda como uma vilã bem sombria.
O ponto negativo está no roteiro, básico, e sem maiores surpresas, você não é surpreendido em nenhum momento da estória. A Colina Escarlate é um filme lindo visualmente falando, mas que não surpreende como se é esperado. Mesmo assim ainda é um bom filme e merece ser assistido.

Nota: 7,0
Gênero: Suspense/Terror
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Texto: Rafael Guimarães

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

CRÍTICA: O Presente, (The Gift, 2015).


Simon (Jason Bateman) e Robyn (Rebecca Hall) casaram há pouco tempo e estão muito felizes até o dia em que ele reencontra Gordo (Joel Edgerton), um colega de escola. Um segredo do passado dos dois vem à tona e Robyn se sente cada vez mais insegura perto do companheiro.
Mais um dos que me impressionaram, um roteiro excelentemente orquestrado, dirigido e estrelado por Joel Edgerton. O enredo vai se desenvolvendo a cada minuto do filme, em alguns momentos, um suspense abrange as cenas, recheado de tensão, em outros, pitadas de drama para amenizar sua vibração. As atuações de Jason Bateman, Rebecca Hall e do Joel Edgerton são inquestionáveis, em minha opinião, transparecem a curiosidade, o medo, a desilusão e a inquietação que seus personagens possuem.
A trilha sonora é outro ponto a ser destacado, tensa em alguns momentos, e sombria em outros, você inicia o filme pensando ser uma coisa, e com o passar do tempo vai se inquietando, se surpreendendo, e ao seu final se satisfazendo. O Presente, é um suspense bem desenvolvido, com uma mensagem coerente, e com todos os quesitos de um ótimo filme do gênero, realmente foi um presente mesmo pra mim.

Nota: 9,5
Gênero: Suspense
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Onde Comprar: Em Breve
Texto: Rafael Guimarães

sábado, 21 de novembro de 2015

CRÍTICA: O Quarteto Fantástico, (The Fantastic Four, 2015).


Quatro adolescentes são conhecidos pela inteligência e pelas dificuldades de inserção social. Juntos, são enviados a uma missão perigosa em uma dimensão alternativa. Quando os planos falham, eles retornam à Terra com sérias alterações corporais. Munidos desses poderes especiais, eles se tornam o Senhor Fantástico (Miles Teller), a Mulher Invisível (Kate Mara), o Tocha Humana (Michael B. Jordan) e o Coisa (Jamie Bell). O grupo se une para proteger a humanidade do ataque do Doutor Destino (Toby Kebbell).
A enxurrada de criticas negativas me instigou mais ainda a assistir o longa em questão, e ao contrário dos demais não me decepcionei. O filme possui um enredo inicialmente chamativo, diálogos construtivos, direção equilibrada, e a interpretação dos atores interessantes, tudo orquestrado por uma boa trilha sonora, mas devo concordar com as demais críticas em um ponto. O longa realmente cai em desequilibro a partir de determinado momento, nos exatos cinqüenta e seis minutos de filme. O roteiro fica básico, com uma direção reciclada e atuações caricatas. Creio que a versão do diretor Josh Trank, (Poder Sem Limites, 2012) desejava, poderia ser bem mais eficaz, uma pena, mas Quarteto Fantástico não é o lixo que vários nomearam, ainda é uma opção de entretenimento em minha opinião. Recomendo!

Nota: 6,0
Gênero: Aventura
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Texto: Rafael Guimarães

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

CRÍTICA: Férias Frustradas, (Vacation, 2015).


Rusty Griswold (Ed Helms) trabalha como piloto de avião na EconoAir, uma companhia de baixo custo. Ele é casado com Debbie (Christina Applegate) e tem dois filhos, James (Skyler Gisondo) e Kevin (Steele Stebbins), que vivem brigando. Disposto a se divertir com a família, Rusty decide seguir os passos de seu pai (Chevy Chase) e comandar uma ida ao parque de diversões Wally World, localizado a dias de viagem. Rusty logo aluga um carro albanês, sem imaginar que a viagem em família será bem mais complicada do que imaginava.
Várias pessoas chamaram esse longa de um remake do antigo, mas ele é um reinício da franquia, com a mesma família. A idéia de trazer uma estória, colocando os filhos como personagens centrais é genial, a direção de John Francis Daley, e Jonathan M. Goldstein é precisa, atuações de Ed Helms e Christina Applegate (que adoro) estão de acordo com o que é colocado no enredo, a participação dos grandiosos Chevy Chase e Beverly D'Angelo nos causa nostalgia. O filme peca em apenas um ponto, o roteiro. Em alguns momentos até sorrimos de algumas cenas como a da cachoeira, mas em sua maioria, apenas tenta forçar o telespectador a rir, com o exagero presente em alguns diálogos. Férias Frustradas é um filme de comédia ácida, mas que exagera na forma de fazer o publico sorrir, quem aprecia o estilo de piada vai gostar, no meu caso não.

Nota: 6,0
Gênero: Comédia
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Texto: Rafael Guimarães

domingo, 15 de novembro de 2015

CRÍTICA: Exorcistas do Vaticano, (The Vatican Tapes, 2015).


Angela Holmes (Olivia Taylor Dudley), de 27 anos, acidentalmente corta seu dedo e vai parar na emergência, quando a infecção do ferimento faz com que ela comece a agir de forma estranha e assombrosamente começa a causar ferimentos graves e até mortes nas pessoas ao seu redor. O Padre Lozano (Michael Peña) examina a moça e acredita que ela está possuída. Ao tentar exorcisar o demônio, o Vaticano descobre que a força satânica em Angela é mais forte do que eles imaginavam.
O longa a meu ver é mais um produto que usa em seu enredo o exorcismo, presente em vários filmes do gênero. Temos um enredo básico, com alguns pontos interessantes, que relacionam o Vaticano, mas que fica por ai. A direção de Mark Neveldine, (Motoqueiro Fantasma - Espírito de Vingança, 2012) é fraca, em alguns momentos parece ser caseira, não apreciei a fotografia, e as interpretações são regulares, Dougray Scott desempenha bem seu papel, Olivia Taylor Dudley também, mas Djimon Hounsou está creditado no longa e aparece no maximo quinze minutos durante o filme todo. Exorcistass do Vaticano é um terror mediano, que pode ser considerado mais um filme de exorcismo gênero, e que não podemos criar grandes expectativa. Destaco o desfecho, diferente e bem realizado, mas isso por si só não salva o longa.

Nota: 4,5
Gênero: Terror
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Onde Comprar: Link
Texto: Rafael Guimarães

terça-feira, 10 de novembro de 2015

CRÍTICA: Perigo Por Encomenda, ( Premium Rush, 2012).


Wilee (Joseph Gordon-Lewitt) adora pedalar e ganha a vida como entregador pelas ruas de Nova York. Acostumado ao stress e aos perigos da profissão, ele só não imaginava que uma nova encomenda, daquelas com prazo curto para ser entregue, seria alvo da cobiça de um policial corrupto (Michael Shannon). Agora, cumprir a missão tornou-se mais do que uma questão de tempo, pois virou um caso de vida ou morte.
David Koepp (A Janela Secreta, 2004), assina a direção e o roteiro do longa, que chama atenção pela direção bem desenvolvida, e cheia de cenas diferenciadas das convencionais, o roteiro é básico, sem maiores surpresas, mas consistente. Joseph Gordon-Lewitt mostra segurança em sua atuação, e desenvolve seu personagem com a intensidade que se pede na trama. A trilha sonora merece destaque, eletrizante, do inicio ao fim. Perigo Por Encomenda é um filme aventura, que possui um roteiro básico, direção excelente, mas que não se pode esperar muito, no meu caso foi satisfatório. Recomendo!

Nota: 6,0
Gênero: Aventura
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Onde Comprar: Indisponível
Texto: Rafael Guimarães