segunda-feira, 12 de outubro de 2015

CRÍTICA: De Volta ao Jogo, (John Wick, 2014).


John Wick (Keanu Reeves) já foi um dos assassinos mais temidos da cidade de Nova York, trabalhando em parceria com a máfia russa. Um dia, ele decide se aposentar, e neste período tem que lidar com a triste morte de sua esposa. Vítima de uma doença grave, ela já previa a sua própria morte, e deu de presente ao marido um cachorro para cuidar em seu período de luto. No entanto, poucos dias após o funeral, o cachorro é morto por ladrões que roubam o seu carro. John Wick parte em busca de vingança contra estes homens que ele já conhecia muito bem, e que roubaram o último símbolo da mulher que ele amava.
Keanu Reeves apresenta um personagem frio, destemido, e calculista, o enredo em si é básico mas possui um tom sombrio, a direção de Chad Stahelski, e David Leitch é bem realizada, o roteiro apesar de sem muitos desdobramentos, possui diálogos bem construídos, a trilha sonora e Tyler Bates é elétrica, e fazem as cenas se tornarem bem mais interessantes. Willem Dafoe também participa, mas seu personagem não possui uma abrangência na história. Um dos destaques é a fotografia, achei linda, cores densas, puxado mais para o escuro, deixando o suspense sobressair. Com bastante violência, De Volta ao Jogo é um bom entretenimento do gênero ação, não pode ser considerado um filmaço, mas consegue agradar sem maiores questionamentos.

Nota: 7,0
Gênero: Ação
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Texto: Rafael Guimarães

domingo, 11 de outubro de 2015

CRÍTICA: The Final Girls, 2015.


Max (Taissa Farmiga), uma garota do ensino médio está de luto pela perda de sua mãe, que, quando jovem, foi uma atriz de filmes de terror. A menina se vê, misteriosamente, dentro de um filme da mãe nos anos 1980. No filme, Max está com sua mãe e suas amigas e elas precisam lutar contra um assassino, além de conseguir uma maneira de voltar a vida real.
Me surpreendi, que filme bom! Uma sátira de Sexta-Feira 13 que mistura terror com comédia da melhor maneira já realizada, o humor não é forçado e o terror é bem realizado, no final você se diverte muito. O longa é dirigido pelo então iniciante Todd Strauss-Schulson, e posso dizer que ele detona na direção, as cenas são perfeitamente dirigidas, vários ângulos e planos são utilizados, é belo. O roteiro é o ponto que pode gerar alguma polêmica, pois é bem surreal, mas não deixa de ter o seu mérito, já que aborda assuntos do cotidiano. O que posso dizer é que a nostalgia rola solta!
Como parte do elenco, Taissa Farmiga está ótima, desempenha de forma excepcional seu personagem, e possui bastante entrosamento com Malin Akerman sua mãe no filme, também estão presentes Nina Dobrev (Diários de um Vampiro), Alexander Ludwig entre outros, a trilha sonora oitentista é um delírio. The Final Girls é um filme que usa os clichês de filmes de terror de forma satisfatória, entrelaçando o humor na medida certa, totalizando o máximo de diversão ao telespectador. Recomendadíssimo!

Nota: 9,0
Gênero: Terror/Comédia
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Onde Comprar: Em Breve
Texto: Rafael Guimarães

sábado, 10 de outubro de 2015

CRÍTICA: Tomorrowland - Um Lugar Onde Nada é Impossível, (Tomorrowland, 2015).


Casey Newton (Britt Robertson) é uma adolescente com enorme curiosidade pela ciência. Um dia, ela encontra um pequeno broche que permite que se transporte automaticamente para uma realidade paralela chamada Tomorrowland, repleta de invenções futuristas visando o bem da humanidade. Ela logo busca um meio de chegar ao lugar e, no caminho, conta com a ajuda da misteriosa Athena (Raffey Cassidy) e de Frank Walker (George Clooney), que esteve em Tomorrowland quando garoto mas hoje leva uma vida amargurada.
Fantasia, aventura, um pouquinho de drama, elementos presentes em produções da Disney. Tomorrowland não foge desse padrão, e possui cenas belíssimas desse lugar, descrito no título. A direção de Brad Bird (Missão Impossível - Protocolo Fantasma, 2011) está impecável, várias cenas de ação do longa te deixam tenso, e com a ajuda da belíssima trilha sonora de Michael Giacchino você se satisfaz em todas elas, sendo mais abrangentes no decorrer do filme e menos exploradas em seu desfecho. Para muitos o roteiro pode ser difícil de se entendido, mas basta prestar bastante atenção, que a mensagem que o longa quer passar será absorvida, no meu caso, não tive problemas.
George Clooney, e Britt Robertson formam uma dupla perfeita no filme, possuem sincronia um com o outro, e isso deixa a interação dos dois agradável para quem assiste. Mas destaco a interpretação de Raffey Cassidy, sua forma de transparecer o que realmente ela era é esplêndida, os trejeitos, para mim convenceu. Tomorrowland é mais uma produção Disney para família, com uma ótima direção, aventura do inicio ao fim, um pouco de drama e que com certeza vai agradar a todo o público. Recomendo!

Nota: 7,5
Gênero: Fantasia/Aventura
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Texto: Rafael Guimarães

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

CRÍTICA: Além da Escuridão - Star Trek, (Star Trek Into Darkness, 2013).



Em sua nova missão, a tripulação da nave Enterprise é enviada para um planeta primitivo, que está prestes a ser destruído devido à erupção de um vulcão. Spock (Zachary Quinto) é enviado para dentro do vulcão, onde deve deixar um dispositivo que irá congelar a lava incandescente. Entretanto, problemas inesperados fazem com que ele fique preso dentro do vulcão, sem ter como sair. Para salvá-lo, James T. Kirk (Chris Pine) ordena que a Enterprise saia de seu esconderijo no fundo do mar, o que faz com que a nave seja vista pelos seres primitivos que habitam o planeta. Esta é uma grave violação das regras da Frota Estelar, o que faz com que Kirk perca o comando da nave para o capitão Pike (Bruce Greenwood). A situação muda por completo quando John Harrison (Benedict Cumberbatch), um renegado da Frota Estelar, coordena um ataque a uma biblioteca pública, que oculta uma importante base da organização. Não demora muito para que Kirk seja reconduzido ao posto de capitão da Enterprise e enviado para capturar Harrison em um planetóide dentro do império klingon, que está à beira de uma guerra com a Federação.
O filme volta a abordar os tripulantes da nave Enterprise em mais uma missão, tendo como líder James T. Kirk (Chris Pine), que desempenha perfeitamente seu papel. Outro que também chama muita atenção é Spock (Zachary Quinto) que no decorrer da história ganha muita visibilidade. Não posso deixar de citar o vilão muito bem interpretado por Benedict Cumberbatch como Khan, com sua seriedade, dá o tom negro ao filme. Com uma história que deixa o expectador vibrando do início ao fim, o longa trás na direção o ótimo J.J. Abrams - Missão Impossível III (2006), que até o momento não decepcionou em nenhum dos seus trabalhos, tendo em vista que ao seu lado ele tem uma equipe maravilhosa, que o auxilia em fazer um bom trabalho, um desses é o Michael Giacchino que com sua trilha sonora faz a tensão prevalecer sempre nas cenas. Ótimo roteiro, direção, interpretação, e um 3D que não deixa a desejar. Recomendadíssimo!

Nota: 8,5
Gênero: Ação/Aventura/Ficção Científica
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Texto: Rafael Guimarães

terça-feira, 6 de outubro de 2015

CRÍTICA: Sete Dias com Marilyn, (My Week with Marilyn, 2011).


No verão de 1956, o jovem Colin Clark (Eddie Redmayne), vindo de Oxford em busca de sucesso na indústria do cinema, trabalhou como assistente no set de filmagem de O Príncipe Encantado. Esta produção reunia duas grandes estrelas, Sir Laurece Olivier (Kenneth Branagh) e Marilyn Monroe (Michelle Williams), que estava nesta época em lua-de-mel com seu novo marido, o dramaturgo Arthur Miller (Dougray Scott). Quase 40 anos mais tarde, foi publicado o diário de Miller, intitulado The Prince, The Showgirl and Me ("O Príncipe, a Vedete e Eu"), mas uma semana faltava, e estas páginas desaparecidas foram publicadas mais tarde com o título My Week With Marilyn ("Minha Semana com Marilyn"). Quando Arthur Miller deixa a Inglaterra, Colin decide mostrar a Marilyn os prazeres da vida britânica; esta torna-se uma semana idílica em que ele acompanhou uma estrela ansiosa para fugir dos holofotes de Hollywood e da pressão do trabalho.
Michelle Williams tem mais uma vez o mérito de uma impecável interpretação, dessa vez atuando como uma das maiores atrizes de Hollywood, Marilyn Monroe. A atriz transparece a delicadeza, sensibilidade, insegurança que eram presentes na personalidade de Marilyn, nas cenas em que aparece, o telespectador não sente outra coisa a não ser querer protegê-la, conseguimos entrar no seu intimo através de suas palavras, muitas vezes expostas de forma gentil, é um deslumbre. Outros atores que merecem destaque são: Eddie Redmayne, que é par romântico de Michelle, interpreta de forma excepcional os desejos de seu personagem e acaba por formar o par ideal com ela. Kenneth Branagh, é outro que merece destaque, sempre firme e criterioso em suas performances, Emma Watson e Judi Dench também participam, mas não possuem abrangência em seus personagens.
Simon Curtis (Escolha de vida, 2009) dirige o longa, sua forma de dirigir é perfeita, planos abertos belíssimos, claridade natural em várias cenas, eu realmente gostei muito, sem contar, que o longa possui uma trilha sonora realizada por Conrad Pope, e Alexandre Desplat que te deixam simplesmente mexido, com uma melodia sensível, e sentimental. Sete Dias com Marilyn é um filme que te faz conhecer todos os anseios e desejos que rodeavam a mente de Marilyn Monroe, e que por mais que possuísse uma fama ensurdecedora, não conseguia realizar e maior de seus sonhos. Ser amada por alguém. Recomendo!

Nota: 9,0
Gênero: Drama
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Texto: Rafael Guimarães

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

CRÍTICA: Aftershock, (2012).


Um grupo de turistas se diverte em um clube noturno subterrâneo no Chile, quando um terremoto afeta a região. Eles pensam que a maior dificuldade será sair dos escombros, mas algo muito pior espera por eles na superfície.
Produzido por Eli Roth, mesmo diretor do ótimo O Albergue (2005). O filme envolve uma mistura de fenômeno da natureza, nesse caso, um terremoto, com uma fuga de presos de uma cadeia de uma cidade, esses começam a matar sobreviventes do desastre. Digo a vocês que os primeiros quarenta minutos do filme são baseados em diálogos enfadonhos, depois é que entra em cena o terremoto. O roteiro é um pouco confuso, onde tudo acaba se misturando numa história só, eu mesmo acabei ficando sem entender em alguns momentos, existem várias cenas legais de terror, gore, como uma que Eli Roth que também faz parte do elenco participa. Bom eu mesmo não tive boa impressão desse filme, falta muita coisa pra um bom filme de terror, esperava mais, tanto do roteiro, atuações, direção, principalmente do desfecho do filme que me decepcionou.

Nota: 4,3
Gênero: Terror
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Onde Comprar: Indisponível
Texto: Rafael Guimarães

CRÍTICA: Jack Reacher - O Último Tiro, (Jack Reacher, 2012).


Um crime brutal foi cometido contra cinco pessoas ao mesmo tempo e um atirador de elite, veterano de guerra, foi acusado pelos assassinatos sem muita chance de defesa. Durante o interrogatório, ele cita apenas o nome de Jack Reacher (Tom Cruise), um ex-combatente com inúmeras condecorações, dado como desaparecido para o governo e autoridades. Só que ele aparece do nada e resolve investigar por conta própria o tal mistério. Sua teoria é que existe uma ligação entre as mortes e o verdadeiro responsável tem outros interesses, procurando desviar a atenção. Só que Jack não desiste da verdade e tem um jeito especial de fazer a sua justiça, doa a quem doer.
Um filme que me surpreendeu, tanto na atuação de Tom Cruise, quanto ao enredo, direção, o filme realmente é bom filme de ação. O clima de tensão do longa é perfeito, o roteiro te deixa preso a tela da TV do inicio ao fim, sem você querer nem piscar o olho. A ótima direção fica por conta de Christopher McQuarrie, mesmo roteirista de (Os Suspeitos, 1996), não o conhecia, mas depois desse filme vou procurar os outros em que ele esta envolvido só para assistir. A trilha sonora deixa o filme com um suspense tão hipnotizador que ao final seu final, você volta a respirar normalmente, em minha opinião aprovado em todos os quesitos. Recomendadíssimo!

Nota: 8,5
Gênero: Ação
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Onde Comprar: Link
Texto: Rafael Guimarães